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Jardim oriental: refúgio para se distanciar do cansaço

Todo mundo precisa de momentos de tranquilidade e reflexão para reconectar as energias, não é mesmo? Reuniões, trânsito, mídias digitais, compromissos sociais – dentre outros fatores – fazem parte da rotina urbana, mas também necessitamos de pausas. Nesse sentido, um truque que atrai vários adeptos é a instalação de um aconchegante jardim japonês (ou jardim oriental). Isso porque o espaço evoca a paz necessária para descansar os sentidos e a mente. Curioso sobre esse estilo de jardim? Saiba mais:

Plantas esteticamente combinadas para que transmitam harmonia visual é básico na maioria dos estilos de jardim, mas o jardim oriental é projetado de acordo com a filosofia do povo japonês, de modo que cada espécie é valorizada em sua individualidade e no conjunto, criando pequenos recantos que convidem a meditar e se desligar dos fatores externos.

No jardim japonês, é normal que haja pouca variedade de espécies de plantas, mas elas devem ser belas e ocupar lugar de destaque, valorizando as espécies em suas particularidades. Bambu, ligustro, azaleia, camélia, árvore da felicidade, cerejeira do Japão e íris são plantas bastante utilizadas nesse estilo de paisagismo. Quanto ao terreno, não precisa ser plano: ele pode conter suaves ondulações e deve ser revestido com grama japonesa ou esmeralda.

Entre as características mais comuns em jardim japonês está a presença de seixos (pedrinhas) sempre em número ímpar, preferencialmente posicionados de modo que pareçam acomodados pela própria natureza. A presença de água é obrigatória – vale apostar em lago, riacho ou cascata (a tradição filosófica diz que o elemento funciona como espelho que permite enxergar-se e refletir sobre si mesmo). Não podemos esquecer de instalar lamparinas ou lanternas no jardim japonês, pois essa figura faz referência ao espírito bom e iluminado que o espaço deve ter.

De modo geral, no jardim oriental menos é mais – o foco deve estar no conforto que o espaço oferece ao descanso do corpo e da alma.