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Profissão remador

Três em cada quatro empregos no mundo dependem da disponibilidade de água, o que faz com que a gestão eficaz do recurso e os investimentos no setor sejam fundamentais para o desenvolvimento sustentável. O recado é de um relatório da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura – UNESCO divulgado neste ano. Willian Karllos Giaretton entende muito bem o que isto significa e depende da água para colocar em prática o que sabe fazer de melhor: remar.

O jovem de 26 anos, que participou da sua primeira campanha olímpica na Rio 2016, e que desde os 15 se apaixonou pelo remo, tem o esporte como profissão e custa a acreditar que políticas públicas poderão contornar os problemas de poluição e escassez de recursos hídricos. “Enquanto as pessoas não se conscientizarem de forma alguma nossas águas serão despoluídas.” Giaretton ressalta ainda que só a educação é capaz de mudar o comportamento do ser humano.

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Seguindo o destino natural de todas as atividades em que é possível competir, o remo se transformou em esporte no século XVIII. Os mais de 8.000 km de litoral brasileiro, além de centenas de rios, lagos e lagoas, são um convite natural à prática da modalidade que chegou ao Brasil incentivada pela colônia germânica enraizada na região sul. Hoje o esporte trabalha em conjunto à natureza para que seu principal meio de subsistência não se termine: a água.