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Horta em casa é sinônimo de mais saúde – e também de mais sabor

Todo mundo sabe que, na hora refeição, nada se compara à comidinha feita em casa. Além do sabor incomparável, o ganho em saúde é imenso, já que os preparos envolvem ingredientes naturais e nutritivos.

Para isso acontecer e não se tornar mais um fardo na hora de ir para a cozinha, é preciso ter os ingredientes que dão aquele gostinho único à mão.

Como grande parte das pessoas vive em lugares menores, como a apartamentos, a dica é ficar restrito a ervas e temperos – até pelo fato, também, de estar iniciando na horticultura –, mas até algumas frutinhas podem aparecer na horta caseira.

O primeiro passo é escolher seus temperos preferidos. Sálvia, alecrim, cebolinha, salsinha, hortelã e manjericão, além de serem básicos, têm uso dissipado em vários preparos, de carnes a massas, passando por batata e pizza, por exemplo. Se você está iniciando, opte por comprar as mudinhas prontas, em pequenos vasos, assim você não vai precisar esperar tanto para elas crescerem.

Outro fator importante, e que costuma trazer problemas, é a quantidade de sol que as plantinhas recebem. É preciso estar atento: sem sol, elas não crescem, mas com muito sol, elas acabam definhando. Por isso, escolher o lugar da hortinha é muito importante. Para o bom crescimento das plantas, não é necessário mais do que quatro horas de sol. Se for o da manhã, melhor ainda. Dependendo da posição solar do seu apartamento, considere ter um segundo lugar para elas.

Na hora de definir o material do vaso, a dica é fugir dos de metais. Eles esquentam muito e acabam interferindo no desenvolvimento da raiz. Os de cerâmica são mais bonitos e ajudam a planta a transpirar, mas os de plásticos também podem ser utilizados. Para quem prefere soluções sustentáveis, pode reutilizar isopor, caixas de leite e garrafas pet – não esqueça de fazer furos embaixo para não acumular água.

Após a escolha do vaso, um outro aspecto fundamental precisa ser observado. O segredo é preparar o vasinho com uma camada de argila expandida e outra de terra. Não erre, escolha substrato ou terra vegetal. Você só vai precisar de adubo depois do quarto mês, daí opte pelos de húmus ou de esterco.

Ponto de discórdia no cultivo das plantas é a quantidade de água que ela deve receber. É preciso entender que cada planta tem uma necessidade diferente, portanto, o ideal é colocar o dedo na terra. Cave um pouco e insira o dedo até a segunda falange. Se estiver úmido, não requer água. E observe a cor das folhas. Se elas ficarem amareladas, você está usando muita água. A poda é outro detalhe. Embora você possa podá-la quase todo dia, cada planta tem seu jeito correto de fazer a poda, que é importante para sua manutenção. Pesquise sobre suas plantinhas e descubra o jeito correto de podá-la.

 

Para vasinhos
Cebolinha: vai bem em refogados, carnes, aves, risotos. Utilize crua, no fim do preparo. Contém antioxidantes e possui vitaminas A e C.
Tomilho: harmoniza com carnes, frango, frutos do mar e molhos. peixes, saladas, entre outros. Requer poucos cuidados e gosta de terra seca. Tem propriedades antimicrobianas.
Alecrim: erva de aroma intenso, pode ser utilizada em alimentos, como carnes, molhos e batata, e no preparo de chás. É boa para a digestão.
Manjericão: não há pizza margherita sem ele e nem molho pesto. Aromático, pode ser utilizado em molho vermelho também.
Orégano: atua na visão e na circulação e vai além do clássico uso na pizza, temperando carnes, aves e massas. Também pode ser usado em chás.
Hortelã: utilizados em chás, também compõe sobremesas e pratos como carne de carneiro e molho indiano. É boa no combate a enjoos e tem efeito calmante.
Morango: rico em antocianinas, tem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antimutagênica.